terça-feira, 17 de maio de 2016

Contatos nas principais estradas pedagiadas na nossa região

Pessoal,

Boa noite! O post de hoje tem por objetivo informar aqueles que rodam nas estradas que ligam MG, SP, RJ e DF algumas formas de contato para que no momento do aperto você consiga acionar a emergência o mais rápido possível:

Concer

Estrada que liga Juiz de Fora-MG ao Rio de Janeiro-RJ.
Site: http://www.concer.com.br/
Possui aplicativo para Android? Sim
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar
Números Whatsapp: (21) 99724-2655 (Duque de Caxias) / (21) 97288-3912 (Serra) / (21) 99784-8115 (Itaipava-Juiz de Fora)
Telefone: 0800 282 0040
Quantidade de praças: 3
Valor do pedágio (16/05/2016): à partir de R$ 11,20

Via 040

Estrada que liga Juiz de Fora-MG a Brasília-DF
Site: http://www.via040.com.br/
Possui aplicativo para Android? Sim
Passagem automática: Sem Parar / Outros são à confirmar pois no site não tem a informação
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 040 0040
Quantidade de praças: 11
Valor do pedágio (16/05/2016): à partir de R$ 4,60

CCR Nova Dutra

Estrada que liga Rio de Janeiro-RJ a São Paulo-SP
Site: http://www.novadutra.com.br/
Possui aplicativo para Android? Sim
Possui aplicativo para iOS? Sim
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar / Move Mais / Visa Vale Pedágio
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 0173536
Quantidade de praças: 6
Valor do pedágio (16/05/2016): tarifas variam de à partir de R$ 3,10 a à partir de R$ 12,70

CCR Via Lagos

Estrada que liga Rio Bonito-RJ a Cabo Frio-RJ
Site: http://www.rodoviadoslagos.com.br/
Possui aplicativo para Android? Sim
Possui aplicativo para iOS? Sim
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar / Move Mais / Visa Vale Pedágio
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 7020124
Quantidade de praças: 1
Valor do pedágio (16/05/2016): tarifas variam de à partir de R$ 10,30 a à partir de R$ 17,20 (a depender do dia da semana e horário. Finais de semana e feriados fica mais caro)

Ecoponte

Travessia da Ponte Rio-Niterói
Site: http://www.ecoponte.com.br/
Possui aplicativo para Android? Não
Possui aplicativo para iOS? Não
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar / Passe expresso Lamsa
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 77 76683
Quantidade de praças: 1
Valor do pedágio (16/05/2016): à partir de R$ 4,50

CRT

Estrada que liga Rio de Janeiro-RJ a Teresópolis-RJ
Site: http://www.crt.com.br/
Possui aplicativo para Android? Não
Possui aplicativo para iOS? Não
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar / Passe expresso Lamsa
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 021 0278
Quantidade de praças: 3
Valor do pedágio (16/05/2016): à partir de R$ 12,20

Auto Pista Fernão Dias - Arteris

Estrada que liga Belo Horizonte-MG a São Paulo-SP
Site: http://www.autopistafernao.com.br/
Possui aplicativo para Android? Não
Possui aplicativo para iOS? Não
Passagem automática: Auto Expresso / Sem Parar / Via Fácil / ConectCar
Números Whatsapp: não possui
Telefone: 0800 283 0381
Quantidade de praças: 8
Valor do pedágio (16/05/2016): à partir de R$ 1,80

sábado, 14 de maio de 2016

Farol de Neblina Traseiro!

Santo Cristo!

Senhor motorista, ao ligar seu carro pra dar o seu rolé, favor verificar as luzes que estão acesas no painel! Elas estão ali por um motivo: informar a você o mal funcionamento de algum recurso do carro ou simplesmente avisar que algum dispositivo como farol, farol de neblina ou controle de tração estão ligados!

Uma coisa que atrapalha profundamente, principalmente a noite, são os motoristas que andam com o farol de neblina traseiro ligado! As vezes, e na verdade, na esmagadora maioria das vezes, eles nem sabem que esta merda está ligada! O uso durante a viagem com neblina é mais que recomendado. Inclusive, deveria ser item obrigatório para todo veículo, do mais pé de boi, ao mais caro, pois a visibilidade na neblina não é brinquedo. Mas essa praga de luz, a noite, sem neblina é quase um farol alto na fuça.


A foto acima, retirada do Google Imagens, mostra o uso correto do farol de neblina. Como pode ser percebido, a estrada está branca pela neblina e o farol de neblina traseiro está aceso corretamente. Joinha!


Já a foto acima mostra o uso totalmente incorreto do farol de neblina, estrada durante o dia, sem neblina e pra compensar são dois! A intensidade da luminosidade é a mesma da lâmpada do freio, quando pisamos nele, portanto, é forte mesmo!

Ok, mas como identificar o sinal no painel que o farol de neblina traseiro está aceso?


Segundo a norma ISO 7000, estes são os símbolos padrões para representação das luzes de neblina dianteira (figura a esquerda) e luzes de neblina traseira (figura a direita). Portanto, meu amigo, da Lamborghini até seu Gol G4 pelado com volante torto, é exatamente a mesma simbologia que estará tanto nas chaves seletoras ou botão no painel, quanto a luzinha acesa "diferente" acesa no painel quando o farol de neblina estiver acionado.




Por hoje é só pessoal!

Abraço!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Mais uma vez a chuva!

Fala pessoal! A chuva, apesar de já estarmos em período de seca, deu as caras em uma viagem de retorno pra Juiz de Fora. O que me chamou a atenção e que despertou o post de hoje é o seguinte: a chuva forte, quando vem dando aquela primeira lavada no asfalto é um perigo! Mas por quê? Quando ficam uns bons dias sem chover, o trânsito pesado e constante de carros e caminhões acabam derrubando todo o tipo de substâncias no asfalto, quase sempre invisíveis como restos de óleos lubrificantes e combustíveis. 


Você provavelmente quando era pequeno fez a experiência da tentativa de misturar óleo de cozinha e água e sabe que não se misturam. Consequentemente, com a diferença de densidade, o óleo ficava sobre a água. 



Acaba que, nessas condições da estrada, essa primeira chuva forte acaba tendo o mesmo papel, e com isso, nessa primeira lavada, ela acaba não de misturando com as substâncias que estão na pista fazendo em menores proporções exatamente a mesma coisa. O que sobra para os motoristas são as possibilidades de derrapagens pois além de naturalmente o atrito já ser reduzido com pista molhada, com essa fina camada de "coisas escorregadias" é como se estivéssemos em um desenho animado quando o personagem passa correndo por uma poça de óleo lubrificante e sai escorregando.

Portanto, fique atento, nessa primeira chuva forte, quando fizer a transição do asfalto seco para o molhado, redobre a atenção do que já teria só por estar chovendo! Nunca afunde o pé no freio, mesmo com ABS, pois pode forçar a uma derrapagem!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sinalização Vertical x Desconhecimento

Bom dia pessoal, depois de um longo e tenebroso verão, vulgo férias e muito trabalho consegui um tempinho para escrever.

O problema hoje que vamos falar é na formação dos condutores. Estudamos na legislação placas, seus significados e sobre sinalização vertical (placas) e horizontal (faixas). Mas infelizmente, a maioria só presta atenção o suficiente para passar na bendita prova de legislação e esquece que vai precisar disto no dia a dia. Interpretar estas sinalizações lhe permite fazer ultrapassagens mais seguras, em locais não proibidos ou avisar para que o condutor tenha mais cautela em suas viagens.

Fora isso, quando os condutores não sabem a diferença de uma placa de quebra-molas para uma de redutor de velocidade, há o efeito inverso: o aumento no risco de um acidente. Na BR-040, no trecho entre Conselheiro Lafaiete e Congonhas, está o caos de trânsito e um dos motivos, além da grande quantidade de veículos, claro, é o excesso de radares, redutores de velocidade e quebra-molas. E para agravar, os motoristas não sabem a diferença das placas.


Olá, meu nome é placa de quebra-molas! (no trecho citado)



Olá, meu nome é placa de redutor de velocidade! (no trecho citado)


Como a foto real ficou ruim, segue o desenho correto, retirado do Google Imagens.

As fotos foram tiradas pela minha namorada, ok? Bom, por que disto tudo, você está andando a 110 km /h, pronto pra ultrapassar um veiculo, dá farol nele sinalizando o desejo de ultrapassar e quando ele "lê" a placa de redutor de velocidade o mesmo acha que é de quebra-molas e prega o pé no freio! Meu amigo! Se tem uma carreta atrás da gente, vai todo mundo pro saco!!!!

Neste trecho de Lafaiete-Congonhas está impraticável por isto, desconhecimento e falta de preparo dos condutores!

Então fica a dica, não aprenda sinalização vertical e horizontal apenas pra passar na prova da legislação. Você dependerá das mesmas o resto da sua vida como motorista!

Abraços e até a próxima!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Por falar em chuva, ainda......

Boa tarde Pessoal!!!

Dando continuidade as nossas "aulas", hoje falaremos mais um pouco sobre chuva, mas em outro contexto! No último final de semana, em um churrasco de confraternização de um dos meus empregos, choveu muito, mas muito mesmo. O local do churrasco era uma espécia de granja (como chamamos sítios ou casas de campo aqui em Juiz de Fora-MG) então o caminho era uma estrada de terra de uns 500 m e lá, o estacionamento era um gramado lindo.

Problemas? Chuva torrencial meus amigos! Alguns foram embora antes da chuva, outros esperaram ela dar uma estiada para sair como eu. O problema que só lembramos onde paramos depois de chover, e com o gramado alagado já que terra não consegue absorver tanta água em tão pouco tempo, ainda mais sendo sombra, sem ajuda do sol para secar, o resultado foi mais complicado para os colegas. Eu, quando saí o carro chegou a patinar, mas dei sorte, tracionou e consegui ir embora. Como podem ver abaixo nem todos tiveram a mesma sorte. Ao tentar sair do local estacionado, o carro agarrou e não ia mais nem pra frente nem pra trás.


O pessoal tentou, tentou mas não conseguiu tirar o carro. A intenção deste post é passar as dicas para como tentar tirar o veículo em situações como esta:

1) Carros em geral são de tração dianteira (sim, existem os 4x4 e os de tração traseira. O raciocínio vale para todos, no caso do 4x4, tendo 4x4 reduzida ajuda 200% a saída né) portanto qualquer pressão que se deseje fazer no veículo, deve ser feita na dianteira. sentar no capô para pesar e assim tentar fazer o carro lavar a lama que está debaixo da roda até encontrar um solo mais firme e tracionável é uma das alternativas. Sentar uns dois caboclos do meu porte (100 kg) ajuda bem! rs...

2) Não acelerar demais. Acelerar de forma controlada ajuda a tentar achar o ponto senão além de jogar lama em Deus e o mundo há um desgaste mecânico em excesso com a roda girando em falso.

3) Se alguém já for aventureiro por natureza e andar com uma cinta no porta-malas, pode ajudar a rebocar por aquele gancho que fica tanto no para-choque dianteiro ou traseiro. Se é recorrente sua ida a locais que não são asfaltados, recomendo a andar com uma.

4) Se de tudo ainda não foi possível desatolar, tente achar pedaços de tijolos, ou tábuas em madeira (ou monte uma com um aglomerado de galhos) para enfiar embaixo da roda. Enquanto a roda gira, vá enfiando mais até que o carro tracione sobre a madeira. Mas muita atenção pois quem está ali apoiando a madeira fica sob risco né, e se prepare também pois você vai se sujar muito.

5) Dependendo do terreno, esvaziar os pneus PODE melhorar o atrito do mesmo com a superfície fazendo também o dever de casa de ajudar o veículo a tracionar.

6) Enquanto acelera vire o volante para um lado e para o outro no mesmo intuito de expulsar a lama de próximo ao pneu na tentativa de chegar a uma superfície melhor.

Se de tudo der errado! Abra mais uma cerveja e fique por ali mesmo! :)

No próximo post falaremos das estradas de terra, tanto secas, quanto na chuva, já que depois de quase dar uma leve atolada nessa mesma grama da foto, encarei 500 m de estrada encharcada que não era de terra batida.

Abraço e até a próxima!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Dirigir na chuva - Parte Final

Voltamos com a parte final do nosso post sobre dirigir na chuva. Que nesse verão com certeza será importante para nos manter calmos e realizar nossas viagens de uma forma mais tranquila. Não encare a chuva como um bicho de sete cabeças. Sim, ela traz riscos, mas sabendo lidar com os mesmos, sem medo, você faz qualquer viagem, chega a qualquer lugar em perfeita segurança. Vamos aos pontos finais:

1) Luzes do veículo. Olhe a foto abaixo:


O que mais te chama atenção na foto? Se você falou a CHUVA, resposta errada. Essa já está ali mesmo, não tem o que fazer, então siga em frente. Um item de extrema importância na chuva são as luzes dos veículos. Então, por favor, ao menor sinal de chuva, ligue as luzes e farol baixo ou farol de neblina. Tenho uma máxima nas estradas: "Veja os outros e seja visto!". Na chuva isto é ainda mais importante pois você perde o campo de visão em profundidade, reduzindo para no máximo 30 metros ou menos, se associarmos com a neblina, sua visão frontal. Se você não acende suas luzes, só saberei que você está na minha frente em uma chuva muito forte, quando você frear, e rezar para as suas luzes de freio não estarem queimadas né, senão, ferrou-se mais ainda. Se ainda não tem intimidade com o seu veículo, a simbologia das luzes são as mesmas em todos eles, mudando apenas a posição de acionamento e em alguns casos, o farol de neblina é opcional, portanto não aparecerá:


Item 1) Símbolo do farolete. Ou seja, acende todas as luzes externas do veículo. Já ajuda bastante.
Item 2) Símbolo do farol baixo. Ou seja, acende todas as luzes externas do veículo e ainda liga o farol baixo.
Item 3) Símbolo de farol de neblina. Nesse caso específico, é o farol de neblina traseiro. O dianteiro, apenas inverte o símbolo colocando a meia-lua à frente do outro desenho.

2) Outra grande dúvida que paira no ar, é quando a chuva aperta muito, caindo o mundo, e o que fazer? Parar no acostamento, aguardando a mesma diminuir? Seguir em frente? Parar em um posto ou parada de beira de estrada? Eu pessoalmente não tenho problema com a chuva e sempre sou a favor de seguir em frente com velocidade reduzida, luzes externas acesas e mantendo uma distância segura dos coleguinhas motoristas. Em último caso, se você não tem segurança em continuar, seja por visibilidade ou por falta de experiencia o que recomendo é NUNCA parar em acostamento. Procure ao menos uma parada onde efetivamente você consegue parar FORA da estrada. O acostamento é um risco, por que pelo desespero da chuva estar muito forte, as pessoas encostam sem muito critério, às vezes numa saída de curva, ou entrada de uma delas e somos acertados por outro veículo de graça. Ok, sei que não dá pra saber quando será o próximo posto ou parada, e o acostamento é a unica coisa que traz segurança em detrimento de continuar dirigindo em uma situação extrema de tempo ruim. Mas, como disse, sem medo. A chuva não morde. Tomando as medidas corretas, sairemos ilesos.

3) Finalizando, mantenha sempre as borrachas do seu limpador de pára-brisas novas. Elas ressecam, sujam, e precisam ser substituídas de tempos em tempos. Quando for deixar o carro pra lavar em lava-jato peça cuidado dos lavadores com os vidro na parte interna, por que os caras ao invés de esfregar o pano, esfrega o pano, o braço, a mão, e aí na hora da chuva, vê aquela gordura no vidro e a primeira coisa que acontece é o quê? EMBAÇAMENTO! Aí meu amigo, chuva forte, vidro embaçado, você só chama Jesus mesmo na causa, por que fica difícil. O embaçamento é simples de resolver para aqueles que possuem ar-condicionado no carro. Basta apontar o ventilador, com o ar ligado para a posição correta (bolinha vermelha no canto inferior direito):


Se o seu carro tem ar quente e não tem ar condicionado, vale o mesmo raciocinio. Vai ficar meio quente dentro do carro mas desembaça rapidinho também. Agora, se não tem ar quente nem frio, aponta o ventilador pra mesma posição e abra um pouco as duas janelas (motorista e carona) para ajudar que costuma resolver. Vai molhar um pouco dentro do carro se não tiver calha, mas antes molhar do que não enxergar.

Bom, sobre chuva, meu resumão é este! Fiquem a vontade para criticar, comentar e sugerir novos temas!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Dirigir na chuva - Parte 2

Fala pessoal!


Voltamos a segunda parte do post sobre dirigir na chuva onde quero expor novas situações que precisam estar sob controle:


1) Pisca-alerta ligado enquanto anda. Meus amigos, é LEI, o pisca-alerta só deve ser acionado quando o carro estiver parado para sinalizar uma emergência ou imobilização do veículo. Logo, se você parar no acostamento, OK, ligue o pisca alerta, se você ver um congestionamento a frente no meio de uma estrada por causa de um acidente ou algo do tipo e for obrigado a parar completamente o veículo e tem uma SCANIA atrás de você, OK, ligue o pisca-alerta, mas enquanto anda na chuva não o utilize. Por causa das velocidades mais baixas, não sabemos se você está parado ou não.

2) Como saber que a pista ainda molhada oferece mais ou menos riscos? Essa foto abaixo foi tirada agora cedo, chegando no trabalho:


Vê-se que o asfalto está molhado, e aí, quais os riscos? Bom, a chuva já parou, ótimo sinal, porém, só isso não garante que o asfalto já tenha uma boa aderência novamente. Mais importante que isso é ver o spray do veículo da frente. Se ele for mínimo fique mais tranquilo pois a estrada já está beeeem melhor, porém se a chuva parou mas o spray ainda é grande de jogar bastante água no seu parabrisa, meu amigo, continue com a atenção redobrada. É importante salientar também que aquelas pancadas de chuva com sol, são um perigo. Pois elas servem apenas para juntar duas coisas escorregadias que não se misturam: água e óleo! Quando ver aquelas marcas coloridas no chão como um arco-íris, redobre a atenção neste trecho pois é óleo na pista associado a água e aí meu jovem, em uma curva pode ser fatal para escorregar sem volta.

3) Temos uma outra situação. Em estradas com pista dupla, pelo tamanho dos caminhões, quando a chuva já passou mas a pista continua molhada, a pista da direita costuma ficar seca primeiro. Essa foto abaixo tenta mostrar um pouco disso:


Não, não sou eu pilotando. Só quis exemplificar, veja que há partes dos asfalto mais escuro e outras partes mais claras. Temos a tendência de andar na parte seca, exatamente pra fugir da "aguinha perigosa", mas lembre-se que ao andar na pista seca você tende a aumentar sua velocidade, e em algum momento você pode precisar voltar pra pista molhada, principalmente para realizar uma ultrapassagem, e dependendo da velocidade, você acaba correndo um risco maior por estar com velocidade de seco, indo para um lado molhado. Portanto atenção, nesses momentos!

Amanhã termino a última parte sobre o assunto de dirigir na chuva!

Grande abraço!